quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Fabiana Karla no Sem Censura hoje



Oi pessoal,

Assistam hoje o programa Sem Censura, na TV Brasil, a partir das 16h!

Fabiana Karla falará sobre a peça! Contamos com a sua presença :-)


E depois voltem aqui para deixar seus comentários!



quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"Mulher do futuro será gordinha"

Matéria publicada hoje no jornal O DIA :)

Clique na imagem para ampliar!


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Balanço!



Olá, turma!

Quase um mês em cartaz, com uma repercussão super positiva. No fim de cada apresentação, percebemos a emoção das pessoas e a reflexão sobre o tema no ar. Aqui no blog, que estreou antes da peça entrar em cartaz, trocamos figurinhas e experiências e desde o início sentimos que o tema da peça é super atual.

A maioria das pessoas chega ao teatro esperando rir da Fabiana Karla e se surpreende ao notar que os momentos mais engraçados são protagonizados pelo Mouhamed Harfouch (Caco) e pela Flavia Rubim (Joana). A Fabiana vem cativando o público com a doce Helena e Michel Bercovitch emocionando com o dilema de Tony, ao se apaixonar por uma mulher fora dos padrões.


E fiquem ligados nas promoções: Assinantes do Jornal O Globo e da TVA têm 20% de desconto.

Normose

"Normose" é super pertinente ao texto da peça, por isso decidimos publicar aqui!

NORMOSE - A doença de ser normal

"Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: Ele disse que o ser humano esta sofrendo de normose, a doença de ser normal.


Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.

O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.
Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.

A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós?

Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado.

Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha 'presença' através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos.

Melhor se preocupar em ser você mesmo. A normose não é brincadeira.

Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.

Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.

Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes."


Texto de Martha Medeiros publicado em agosto de 2007 no Jornal Zero Hora (Porto Alegre/ RS)
 

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Será?

Vocês leram essa notícia publicada na semana passada na Folha Online?



"A modelo Filippa Hamilton, 23, que ficou famosa após sua imagem ser distorcida por computador para uma campanha publicitária da Ralph Lauren, afirma que seu contrato com a marca foi encerrado porque ela estava 'muito gorda'." Clique aqui para ler a notícia completa.


Será que aos poucos as pessoas estão se conscientizando? Tudo bem, a imagem foi distorcida mas a modelo tomou a iniciativa de falar sobre o caso o que não é muito comum de acontecer.


Outra notícia da Folha




"A edição de novembro da revista norte-americana 'Glamour' terá na capa sete modelos acima do peso sem roupa. A revista fez sucesso ao mostrar em setembro a foto da modelo Lizzie Miller. Ela tem 1,80 m e 79 kg". Link para a matéria completa.

Será que a moda pega aqui?

Seria excelente! Afinal, os quilinhos a mais mudam a maneira de se relacionar, de sentir, de ser mulher? Seria muito bom abrir as revistas femininas e encontrar mulheres de todos os tipos! Não apenas em matérias especiais, editoriais específicos... mas como parte do conteúdo, da realidade de quem lê!

E você, o que pensa disto?

Fabiana Karla no "Amor e Sexo"

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O blog Escreva Lola Escreva tem um conteúdo super interessante e queremos destacar este em especial:

"A gordofobia é um tipo de preconceito que afeta muita gente. Não só os gordos e, principalmente - num mundo em que o que ainda se espera de uma mulher é que ela seja bonita - as gordas, mas a todos. As pessoas com peso “normal” têm medo de ficar gordas. Já há pesquisas nos EUA mostrando que meninas prefeririam perder os pais a engordar, e que gordos que conseguiram emagrecer prefeririam perder um braço ou uma perna a recuperar o peso".

Para ler o artigo completo, cliquem aqui.